Imagem: Gilbet Garcin
16 dez 2017

ANGÚSTIA, PASSAGEM AO ATO E ACTING-OUT

Como escutamos a angústia em um tratamento analítico? O que é possível diante desse inomeável? Primeiramente, do que se trata quando falamos em angústia? Angústia de quem? Do paciente? Do analista?

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Patrícia Bouças 0 Leia mais
Seu escuta não há sujeito
24 out 2017

Sem escuta não há sujeito

Apesar de haver um avanço das práticas de políticas públicas, a psicanálise ainda mantém um discurso que não oferece um estatuto de sujeito ao psicótico. 

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13 jun 2017

Afinal, o que há de errado com nossos filhos?

É sabido que as crianças passam por diversas fases de desenvolvimento, que implicam um árduo trabalho físico e psíquico aos nossos filhos.

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Sandra Rodrigues 0 Leia mais
22 maio 2017

A psicologia na Assistência Social

Ao longo das últimas décadas, a trajetória sócio-histórica da Assistência Social brasileira mostrou um salto quanti e qualitativo enquanto área específica de conhecimentos, técnicas e objetivos próprios.

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Cezar Siqueira 0 Leia mais
20 maio 2017

Famílias e transtorno mental

O transtorno mental, aquilo que no senso comum chamam de loucura, é uma questão que envolve distintas implicações biológicas, psíquicas e sociais. Em uma sociedade capitalista, a loucura não tem lugar: o sujeito portador de transtorno mental torna-se improdutivo, mais dá trabalho do que trabalha, mais demanda cuidados do que cuida.

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Cezar Siqueira 0 Leia mais
19 maio 2017

A psicologia na violência doméstica

O fenômeno da violência no âmbito familiar tem se configurado, cada vez mais, como um problema de saúde pública em nosso país. A relevância da questão e a capacidade que a sociedade possui, hoje, para observá-la de maneira criteriosa advém de um longo processo histórico de reconhecimento de suas manifestações, implicações intra e extrafamiliares e de todo o conjunto de significações e interferências manifestas no contexto social.

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Cezar Siqueira 0 Leia mais
17 maio 2017

O sofrimento no trabalho

No início do século passado, enquanto a psicanálise ainda era estruturada e apenas começava a ser disseminada no campo da saúde, a ampla aplicação da gerência científica no campo do trabalho gerava uma necessidade de se compreender melhor as relações entre trabalho e processos psíquicos. Com o intuito de racionalizar o trabalho e construir um saber orientado para a melhoria da produtividade, os psicólogos da época se apresentaram a serviço dos interesses capitalistas, construindo teorias e técnicas que satisfizessem as demandas da produtividade. 

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Cezar Siqueira 0 Leia mais
16 maio 2017

A perda da identidade na velhice

“Eu me sinto inútil e é horrível se sentir assim”. Essa, dentre tantas falas de pacientes idosos, levaram-me a questionar como trabalhar com esses sujeitos que apresentam um discurso construído em torno da noção de um corpo em declínio, que tem inevitavelmente efeitos sobre o sujeito, e desse sujeito que se encontra às voltas com a sustentação de seu desejo, o que por muitas vezes sucumbe no confronto com o corpo prometido a morte.

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13 maio 2017

Psicanálise e Alzheimer

Não são poucas as inquietações que a questão da velhice traz à psicologia e à psicanálise, especialmente quando a ela soma-se o advento da demência. Desde Freud até as últimas descobertas das neurociências, o espaço virtual entre o corpo e a vida psíquica é investigado à luz de teorias e práticas das mais variadas.

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Cezar Siqueira 0 Leia mais