13 dez 2017

(id)EOLOGIA É O DESTINO?

  Este texto foi produzido para o debate “(id)EOLOGIA: o inconsciente da política?” realizado pelo NAPSI em São Paulo no dia 8 de dezembro de 2017.

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Arnaldo Domínguez de Oliveira 0 Leia mais
12 dez 2017

O amor ao ódio

“A natureza humana não é uma máquina para ser construída segundo um modelo, e para se pôr a fazer o trabalho que lhe é estabelecido, mas sim uma árvore que precisa de crescer e de se desenvolver em todos os aspectos, de acordo com tendências das forças internas que fazem dela um ser vivo” – John Stuart Mill, A Liberdade, 1858.

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Eduardo Amaral Lyra 0 Leia mais
palavra
31 out 2017

PALAVRA NÃO DITA, PALAVRA MAL(-)DITA

Pensei em falar sobre a importância da palavra dita, nas suas possibilidades de ser palavra plena ou palavra vazia, mas não conseguia produzir nada a respeito, porque a palavra não dita era o que insistia em aparecer, e tive que me render a isso. Então comecei a pensar sobre o não dito… o indizível…o mal-dito.

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Silvia Marina de Melo Paiva 0 Leia mais
Intolerância
25 out 2017

Intolerância

“Não vemos Deus com os mesmos olhos” –Descartes (dialogando com Pascal)[1]

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Arnaldo Domínguez de Oliveira 0 Leia mais
nome proprio
12 out 2017

Que nome é esse que te nomeia?

O que é um nome? Para que serve? O que fazemos com ele e o que podemos fazer com ele numa análise? Vamos pensar juntos. Até que ponto o nome que nos deram nos define? Por que e quem escolheu esse nome que hoje me nomeia? No que ele me constitui? Que poder tem a linhagem que define meu sobrenome?

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Silvia Marina de Melo Paiva 0 Leia mais
22 maio 2017

A psicologia na Assistência Social

Ao longo das últimas décadas, a trajetória sócio-histórica da Assistência Social brasileira mostrou um salto quanti e qualitativo enquanto área específica de conhecimentos, técnicas e objetivos próprios.

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Cezar Siqueira 0 Leia mais
20 maio 2017

Famílias e transtorno mental

O transtorno mental, aquilo que no senso comum chamam de loucura, é uma questão que envolve distintas implicações biológicas, psíquicas e sociais. Em uma sociedade capitalista, a loucura não tem lugar: o sujeito portador de transtorno mental torna-se improdutivo, mais dá trabalho do que trabalha, mais demanda cuidados do que cuida.

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Cezar Siqueira 0 Leia mais
17 maio 2017

O sofrimento no trabalho

No início do século passado, enquanto a psicanálise ainda era estruturada e apenas começava a ser disseminada no campo da saúde, a ampla aplicação da gerência científica no campo do trabalho gerava uma necessidade de se compreender melhor as relações entre trabalho e processos psíquicos. Com o intuito de racionalizar o trabalho e construir um saber orientado para a melhoria da produtividade, os psicólogos da época se apresentaram a serviço dos interesses capitalistas, construindo teorias e técnicas que satisfizessem as demandas da produtividade. 

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Cezar Siqueira 0 Leia mais
16 maio 2017

A perda da identidade na velhice

“Eu me sinto inútil e é horrível se sentir assim”. Essa, dentre tantas falas de pacientes idosos, levaram-me a questionar como trabalhar com esses sujeitos que apresentam um discurso construído em torno da noção de um corpo em declínio, que tem inevitavelmente efeitos sobre o sujeito, e desse sujeito que se encontra às voltas com a sustentação de seu desejo, o que por muitas vezes sucumbe no confronto com o corpo prometido a morte.

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13 maio 2017

Psicanálise e Alzheimer

Não são poucas as inquietações que a questão da velhice traz à psicologia e à psicanálise, especialmente quando a ela soma-se o advento da demência. Desde Freud até as últimas descobertas das neurociências, o espaço virtual entre o corpo e a vida psíquica é investigado à luz de teorias e práticas das mais variadas.

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Cezar Siqueira 0 Leia mais